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Pedro Coquenão (BATIDA)

Pedro Coquenão tem criado e desenvolvido trabalho na área da música, rádio, dança, artes visuais e plásticas sob o nome de Batida.

Nascido no Huambo, em Angola, cresceu nos subúrbios de Lisboa e tem dividido a sua vida entre a produção musical, a rádio e o vídeo. O nome Batida foi inspirado nas compilações piratas que circulam nas ruas de Luanda e no seu espírito DIY.


São raros os seus DJ sets, um deles, em Londres, tornou-o o primeiro português e angolano a protagonizar uma sessão do Boiler Room e soma já cinco, entre Londres, Paris e Lisboa.


Tem músicas e colaborações espalhadas por catálogos de editoras como a Soundway, Crammed, Fabric ou BBE. No final de 2014 foi convidado para abrir quatro concertos de Stromae na sua tour de arenas nas cidades de Paris, Bruxelas, Amesterdão e Rennes, e remisturou “Heavy Seas of Love”, do primeiro álbum a solo de Damon Albarn. Em Fevereiro de 2015, recebeu os lendários Nonono Nº 1 na sua garagem, onde gravaram o novo disco “Konono Nº1 Meets Batida” editado em Abril de 2016. Esse mesmo ano começou com o convite para dois DJ sets no carnaval brasileiro, um em São Paulo e outro no festival Rec Beat no Recife, entre outros festivais em Portugal.

 

Trabalhou na MTV, antena3, antena1, Radar e no programa de rádio ginga beat. 

 

Foi artista-convidado para a primeira edição do Acorde Maior (projecto que deu origem à Skoola) em Abril de 2018  onde durante uma tarde partilhou com o grupo de jovens, a sua história e co-criou uma peça musical com percussão e letra. Mostrou aos jovens como construía os seus próprios instrumentos e como faz música com objetos pouco convencionais.


No final criou um grupo de Whatsapp com todos e até hoje troca mensagens com alguns dos jovens que continuam a fazer música e a procurar a sua validação. Uma ligação que se mantém até hoje .

 

Pedro Coquenão tem criado e desenvolvido trabalho na área da música, rádio, dança, artes visuais e plásticas sob o nome de Batida.

Nascido no Huambo, em Angola, cresceu nos subúrbios de Lisboa e tem dividido a sua vida entre a produção musical, a rádio e o vídeo. O nome Batida foi inspirado nas compilações piratas que circulam nas ruas de Luanda e no seu espírito DIY.


São raros os seus DJ sets, um deles, em Londres, tornou-o o primeiro português e angolano a protagonizar uma sessão do Boiler Room e soma já cinco, entre Londres, Paris e Lisboa.


Tem músicas e colaborações espalhadas por catálogos de editoras como a Soundway, Crammed, Fabric ou BBE. No final de 2014 foi convidado para abrir quatro concertos de Stromae na sua tour de arenas nas cidades de Paris, Bruxelas, Amesterdão e Rennes, e remisturou “Heavy Seas of Love”, do primeiro álbum a solo de Damon Albarn. Em Fevereiro de 2015, recebeu os lendários Nonono Nº 1 na sua garagem, onde gravaram o novo disco “Konono Nº1 Meets Batida” editado em Abril de 2016. Esse mesmo ano começou com o convite para dois DJ sets no carnaval brasileiro, um em São Paulo e outro no festival Rec Beat no Recife, entre outros festivais em Portugal.

 

Trabalhou na MTV, antena3, antena1, Radar e no programa de rádio ginga beat. 

 

Foi artista-convidado para a primeira edição do Acorde Maior (projecto que deu origem à Skoola) em Abril de 2018  onde durante uma tarde partilhou com o grupo de jovens, a sua história e co-criou uma peça musical com percussão e letra. Mostrou aos jovens como construía os seus próprios instrumentos e como faz música com objetos pouco convencionais.


No final criou um grupo de Whatsapp com todos e até hoje troca mensagens com alguns dos jovens que continuam a fazer música e a procurar a sua validação. Uma ligação que se mantém até hoje .

 

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